domingo, 2 de novembro de 2008

Encontro abrigo em qualquer amor.

Passamos muito tempo construindo
E em segundos se destrói
É nosso castelo de sonhos
Que quando desaba nos corroi
Tentei parar de sonhar
Mas não há nada mais prazeroso
Que acordar e em você pensar
Um castelo tão grande
Em segundos está no chão
Eu até quero tentar
Mas não consigo não
A doçura dos sonhos que eu fiz com você
Vira amargura nos segundos que desaba
Não adianta fingir se preocupar, pedir calma
Hoje eu não quero ser eu, quero perder minha alma
Um castelo tão grande
Em segundos está no chão
Eu até quero tentar
Talvez eu tente, me de a sua mão

Falta luz e só nos sobra à escuridão
Da solidão

 

6 comentários:

Marina disse...

A gente quase flutua, daí nos afastam com petelecos.é sempre assim. Às vezes somos até nós mesmos que 'petelecamos'. O negócio é entender que é assim que é, e sempre vai ser.

"E que seja eterno enquanto dure."

Erica disse...

amei!

iti disse...

lindo!


http://500x100.blogspot.com/#

Leo Pinheiro disse...

A verdade é que tudo é efêmero, a única coisa perene é a mudança...

Clich~e, né? Porém verdadeiro.

Renata disse...

Que lindo...
Esse foi um dos poemas q eu mais gostei...
Esse realmente me tocou fundo...
Mto bom...
Da uma forcinha ai
http://renata-vcpodetudo.blogspot.com

marcos leite disse...

Oi,gostei de teu blog,interessante!


Entre em meu blog,e veja as emoções das palavras!

http://poetamarcosleite.blogspot.com/

e
http://odiariodeumaalma.blogspot.com

e veja os dias de uma alma,que vive no aprender,vivendo!

Deixe seus comentários, pois suas palavras será especial para mim!